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Apanhe os frutos de uma vida insólita

Siga por linhas tortas até o meu descaminho

Por ramos de azevinho, tuas paisagens mudarão.

Morda minha dor, veja com precisão

Estamos atados à incompreensão,

Por veias cálidas, mansas

Esquecemos o efeito da tempestade

Seguimos secos, calmos,

Convenientes e injustos.

No toque da pálpebra. Na ruga do olhar.

Somos o pó do nada que restará.

Sigo, trôpega

Por esse dado destino,

Ademais, sem saber,

Anuncio minha solidão.

Sóis-céu, sois-sol.

Sóis-só. Sois-ser.

Sois-só. E só assim sois.

(BRUNA ALENCAR em Primeiras Poesias).

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